Segundo a família dele, o incidente foi registrado em abril na festa de aniversário da mulher dele.

O motorista Márcio Queiroz, de 42 anos, morreu após fraturar a coluna durante uma brincadeira em um pula-pula em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá.

Márcio ficou internado por quase um mês e morreu no sábado (5). Segundo a mulher da vítima, Elaine Sobral dos Santos, Márcio estava no brinquedo e, bateu a cabeça na coxa, ao tentar fazer uma cambalhota. “Ele caiu dentro do pula-pula, sem movimentos e com o nariz sangrando”, disse. Ao cair de volta no brinquedo, ele não se moveu.


Morreu nesta terça-feira (8) a mãe da apresentadora Xuxa, dona Alda, aos 81 anos.

A informação foi confirmada ao UOL pela empresária de Xuxa, Mônica Muniz. Dona Alda sofria de Mal de Parkinson há mais de 10 anos. A mãe de Xuxa morreu por volta das 9h, em casa.

“Ainda não tenho laudo médico, nem informações adicionais. Estou indo para lá”, informou a empresária à reportagem, sem entrar em detalhes. No último dia 3, Xuxa usou as redes sociais para pedir orações aos seguidores para a mãe, que já estava muito debilitada


Depois de demitir 30 mil funcionários, ficar com apenas três de suas 29 fábricas e perder espaço no mercado, a dona das marcas Olympikus e Azaleia dá sinais de recuperação.conheça a sua estratégia.

O atual clima de tranquilidade e de descontração dos funcionários do centro administrativo da Vulcabras Azaleia, em Jundiaí, no interior de São Paulo, nem de longe relembra o ambiente tenso vivido entre 2012 e 2015. Naquele período, a companhia de origem gaúcha parecia produzir mais notícias ruins do que pares de sapatos. Mergulhada em uma dívida de R$ 1,1 bilhão, a empresa, que chegou a ser a maior do setor calçadista durante décadas, teve de demitir 30 mil de seus 45 mil funcionários. Sem conseguir concorrer com os produtos importados, viu seu faturamento despencar de R$ 2,3 bilhões, em 2010, para R$ 1,2 bilhão, cinco anos depois. Das 29 fábricas, restavam apenas três. Os problemas administrativos logo contaminaram o desempenho externo.

A liderança da marca Olympikus no segmento de tênis esportivos foi perdida para a americana Nike – rival que, aliás, terceirizou 100% de sua produção e, hoje, não fabrica um par de tênis sequer. Nem o segmento feminino escapou. A grife Azaleia havia perdido espaço para as concorrentes ao se tornar pouco conhecida entre as consumidoras mais jovens. Enfim, uma tempestade perfeita. “A reestruturação foi muito dura e difícil porque estávamos em uma situação crítica, mas era a única alternativa para manter os negócios”, disse à DINHEIRO o presidente Pedro Bartelle, filho do fundador Pedro Grendene Bartelle, que pendurou as chuteiras em 2015.

Coincidência ou não, a Olympikus tomou de volta a liderança perdida para Nike no segmento de tênis fitness, segundo a consultoria de pesquisas de mercado Kantar Worldpanel, que não revela os percentuais de participação de cada marca. “A virada da Olympikus é um exemplo de como uma marca forte, conhecida por praticamente todos os consumidores, pode utilizar essa força em períodos de crise”, disse Eduardo Tomiya, CEO da Kantar Consulting para a América Latina. A reação não se limitou à Olympikus. Há duas semanas, a Vulcabras colocou no ar a primeira loja virtual da marca Azaleia. A iniciativa é um dos pilares do plano de recuperação dos negócios no segmento de calçados femininos. As informações são de Julia Moraes / Ag. ISTOE)