Jovem jogava no aparelho conectado à tomada, quando recebeu a descarga elétrica. Ele sofreu nove paradas cardíacas e morreu no hospital.

Um jovem de 22 anos morreu na madrugada desta sexta-feira (15) depois de receber uma descarga elétrica ao usar o celular carregando a bateria em Taubaté (SP). Segundo o Corpo de Bombeiros, o jovem teve paradas cardíacas após a descarga e chegou a ser levado para o Pronto-Socorro, mas não resistiu e morreu.

Lucas Jean Marsola foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) por volta das 16h de quinta-feira (14). Ele jogava com o celular conectado à tomada, quando recebeu uma descarga elétrica e desmaiou.

O jovem recebeu os primeiros socorros ainda em uma casa, na região central da cidade, e teve nove paradas cardíacas. Ele foi socorrido e levado para o Pronto-Socorro Municipal, mas não resistiu e morreu no início da madrugada de sexta. O corpo da vítima foi velado no velório São Benedito e o enterro foi por volta das 16h30 no cemitério Paineiras.

Orientação

Segundo o Corpo de Bombeiros, o cuidado com o celular, apesar de ser um aparelho de uso constante, deve ser o mesmo de qualquer equipamento ligado à energia, quando carregando. Existe risco não só de descarga elétrica, como de incêndios, em caso de superaquecimento.


Homem foi preso na noite desta quinta-feira em Poços de Caldas e confessou; mãe também foi levada à delegacia porque, segundo a polícia, foi omissa às agressões.

ma menina de 3 anos morreu na madrugada desta sexta-feira (15) na Santa Casa de Poços de Caldas (MG). Ana Lívia Lopes da Silva tinha sido internada com politraumatismo craniano depois de ser agredida pelo padrasto por fazer xixi na roupa e na cama. Christhopher Anthony Tavares Coelho, de 27 anos, foi preso na noite desta quinta-feira (14) e confessou as agressões. Segundo a polícia, a mãe, de 19 anos, também foi levada à delegacia acusada de omissão.

Ainda conforme a Polícia Militar, as agressões começaram na quarta-feira (14), quando a menina teria urinado na roupa e na cama. A criança foi colocada de castigo e novamente agredida quando saiu do local. Ela teve sangramento no nariz. Durante a noite, a menina teria sido vítima de agressão mais uma vez. Ao longo do dia, a criança apresentou sinais de convulsão e só então foi levada ao Hospital Margarita Moralles pela tia e avó, que são vizinhas do casal.


A menina  Vitória Gabrielly  Guimarães, 12 anos, está desaparecida desde o dia 8 de junho quando saiu de casa para andar de patins na rua.

O caso aconteceu em Araçariguama, cidade do interior de São Paulo. As buscas pela estudante mobilizam as polícias, com emprego de cães farejadores, a guarda municipal e grande parte da população da cidade, de 17 mil habitantes.

Até a manhã desta sexta-feira (15), quando as buscas entraram no sétimo dia, o sumiço da garota continuava um mistério. A Polícia Civil conseguiu na Justiça a quebra de sigilo telefônico de pessoas ligadas à Vitória Gabrielly. A menina tinha combinado o passeio de patins com duas colegas que acabaram desistindo. Vitória decidiu ir sozinha.

Imagens de uma câmera de monitoramento mostram a garota seguindo de patins por uma rua do bairro Vila Nova, onde mora a família. No dia seguinte, o pai, Luiz Alberto Vaz, procurou a Polícia Civil e registrou o desaparecimento. A polícia mobilizou os Corpo de Bombeiros para dar buscas em matas e num lago da região. Também requisitou imagens de câmeras instaladas em toda a região, inclusive num pedágio da rodovia Castelo Branco. Assista o Vídeo: 


Uma jovem foi presa em Itanhaém, no litoral de São Paulo, após encomendar a morte do próprio irmão, de 17 anos, ao atual namorado. Esse pedido aconteceu após uma briga entre os dois, que terminou com um tapa no rosto que revoltou a suspeita.

A confusão teria acontecido no dia anterior ao crime, por motivo ainda desconhecido das equipes de investigação. O autor do crime também foi preso e responderá por homicídio.

Segundo a polícia, ambos foram presos na última quinta-feira (14), após planejarem e executarem, com um tiro, o adolescente. Karina Cristina de Souza, de 24 anos, e o irmão Lucas Rodrigo de Souza moravam no bairro Umuarama. De acordo com informações da equipe de investigação da Delegacia de Investigações Gerais do município, o jovem havia prometido se vingar da irmã.

A situação foi presenciada pelo namorado de Karina, Reginaldo Gomes da Silva, de 50 anos, que, em depoimento, disse ter ficado com medo da ameaça de Lucas. O casal então planejou a morte do jovem. Na terça-feira (12), após Lucas sair de bicicleta com um amigo, Karina ficou sentada na frente do imóvel onde o rapaz morava, e Reginaldo se escondeu em um local próximo.

Ao ver o irmão retornando para casa com um colega, Karina avisou o namorado que, escondido, esperou Lucas. Ao entrar em casa, o jovem foi baleado com um tiro de espingarda no rosto. Os dois fugiram do local do crime, mas foram presos pela equipe da DIG após investigações que indicaram a autoria do casal.


Após duas queixas – a primeira de desaparecimento, prestada pelos familiares do pastor evangélico Carlson Benjamin dos Santos, de 38 anos, e a segunda de sequestro, registrada pela própria vítima, que retornou para casa na manhã dessa sexta-feira (15), investigadores da Primeira Delegacia de Polícia em Ilhéus começaram a juntar o quebra-cabeça.

As investigações e, sobretudo, o depoimento do pastor foram decisivos para que a polícia chegasse à conclusão de que tudo isso não passou de uma mentira. O homem compareceu à 1ª DT, na manhã de hoje, para registrar Boletim de Ocorrência, relatando que foi sequestrado por três homens armados na praia do norte em Ilhéus.


O padrasto agrediu a menina e usou um fio de ventilador para enforcar a vítima. De acordo com a Polícia Civil, o casal teve a prisão decretada.

Um casal foi preso na manhã de quinta-feira (14) suspeito de tentar matar uma criança, de 12 anos, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, foram presos a mãe adotiva da criança e o padrasto, apontados como os autores da tentativa de homicídio contra a criança, em agosto de 2017. A mulher, que é professora, foi presa ao chegar na escola em que trabalha. Já o padrasto foi preso em casa quando se preparava para sair.

Na época dos fatos, o casal declarou ter ocorrido uma tentativa de suicídio, onde supostamente a menina teria se enforcado. A Polícia Civil suspeitou do caso ao analisar câmeras de videomonitoramento. O casal demorou duas horas para pedirem socorro. Antes, 40 minutos após o crime, os suspeitos chegaram a chamar um pastor evangélico para ‘expulsar um demônio do corpo da menina’.