A Lei Maria da Penha completa 12 anos nesta terça-feira (7) em meio a várias notícias de crimes cometidos contra mulheres, principalmente homicídios.

Sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei 11.340 representa um marco para a proteção dos direitos femininos ao endurecer a punição por qualquer tipo de agressão cometida contra a mulher no ambiente doméstico e familiar.

Em pouco mais de uma década de vigência, a Lei motivou o aumento das denúncias de casos de violação de direitos. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos (MDH), que administra a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180, foram registradas no primeiro semestre deste ano quase 73 mil denúncias. O resultado é bem maior do que o registrado (12 mil) em 2006, primeiro ano de funcionamento da Central.


O caso foi apresentado na delegacia e será apurado pela Polícia Civil. O motivo da jovem esconder a gestação ainda não foi esclarecido.

Uma recém-nascida escapou de morrer na noite dessa segunda-feira (07). Ela foi encontrada quase sufocada, dentro de um guarda-roupa, pela moradora do imóvel, que estranhou o choro da bebê. O fato ocorreu no bairro Nova Cidade. A Polícia Militar foi chamada, constatou o fato e acionou o Samu 192, que levou a recém-nascida ao Esaú Matos. O conselho tutelar também foi comunicado do fato.

Durante averiguação sobre quem teria abandonado a recém-nascida, a proprietária do imóvel relatou que a sua neta esteve no local, mas não tinha conhecimento que ela estivesse gestante.


O acusado está foragido, e Lilly, como era conhecida, internada na Santa Casa de Pitangueiras.

Um crime bárbaro chocou os moradores de Ibitiúva, distrito de Pitangueiras, no interior de São Paulo. Depois de não aceitar o fim do relacionamento com a estudante Whailly Michele Mendes da Silva, de 24 anos, o ex-namorado a atingiu com 13 facadas. Identificado como Maycon Felipe de Oliveira Francisco, 19, ele se aproximou da jovem com a desculpa de receber um abraço de despedida.

O caso aconteceu no domingo (5/8), por volta das 22h, em frente à casa da vítima. Uma prima da estudante, Suelen Cristina da Silva, contou à Polícia Civil que os dois tiveram um relacionamento de seis meses, mas Whailly decidiu terminar após ser maltratada e ameaçada por ele. As informações são do Terra.