bumbum

Um procedimento estético para aumentar o volume do bumbum terminou mal para a vendedora Millyana de Souza Silva, de 20 anos. Ela está internada no Hospital estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, com um grave quadro de infecção. Nesta terça-feira, ela passou por uma cirurgia para drenar a substância aplicada.

bumbum-aumentar-procedimento

Millyana pagou R$ 4.500 para uma suposta esteticista de uma clínica na Freguesia, na Zona Oeste do Rio. Foram aplicados, em cada lado do bumbum, 600ml de uma substância conhecida como metacrilato. A mãe da jovem, Sandra Souza, conta que as complicações começaram no dia seguinte à aplicação.

No outro dia, ela já começou a ter muita dormência nas pernas, mas não deu importância. Teve febre e a perna ficou roxa. Depois de dois dias, ela não sentia mais as pernas. Não andava mais e sentia muita dor. Não ficava em pé nem sentada e só ficava de bruços por causa da dor. O quadril pesava, pareciam duas pedras. As pernas dela não movimentavam mais e não sustentavam o peso dos quadris.

Com fortes dores, Millyana chegou a ser medicada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Barra da Tijuca, voltou para casa, mas os sintomas persistiram. Ela foi então levada para a UPA de Queimados e só na última sexta-feira conseguiu ser transferida para o Hospital estadual Alberto Torres.

A mãe de Milly, como ela é chamada por amigos e familiares, disse que alertou a filha sobre os perigos do procedimento.

— Ela comentou por alto em dezembro que ia fazer a aplicação. Queria fazer antes do aniversário, em 28 de janeiro. Falei para tomar cuidado. Comentei sobre o caso da Andressa Urach, mas ela disse que a médica era conhecida, tinha mais de 30 anos de experiência. Falou que ia fazer tudo direitinho. Ela é bem magrinha e sempre quis ficar fortinha. Até frequentava academia, mas dizia que demorava muito para criar corpo. Começou então a pensar em botar silicone — contou Sandra.

A mãe da jovem registrou o caso na delegacia de Japeri, mas disse que a suposta esteticista que realizou o procedimento não foi mais encontrada. O delegado titular da 63ª DP, Flavio Loureiro, informou que solicitou a documentação da vítima ao hospital e disse que aguarda a sua recuperação para que ela possa ser ouvida na delegacia.

Segundo a mãe da jovem, antes de entrar na sala de cirurgia para retirar a infeção, Millyana teria mostrado sinais de arrependimento:

— Vai ficar assim! Está ótimo do jeito que está. Feia, bonita, o que for! Era melhor ficar magrela do que passar por isso — disse a jovem para a mãe.


Imagens eram carregadas em disco virtual da vítima; polícia investiga identidade de crianças que aparecem portando armas.

Uma das jovens presas posa para foto
Polícia Militar do Piauí

Uma das jovens presas posa para foto

Um trio de mulheres foi preso nesta sexta-feira (6) em Teresina após fazer fotos com um celular roubado em outubro de 2014. As imagens, incluvise a de um bebê com uma arma, eram carregadas no disco virtual da vítima – “nuvem”, no jargão da informática.

Segundo um dos policiais civis responsáveis pela investigação, o celular tinha o aplicativo de disco virtual Drobpox, e havia sido roubado pelo irmão de uma das jovens presas.

“Uma das vítimas entrou em contato com a gente porque começou a ver as fotos [feitas pelas suspeitas] pelo Dropbox”, diz Luiz Carlos Vieira, agente de polícia civil e analista de investigação.

Sobrinho de uma das detidas aparece em fotografia com uma pistola .40 dentro da fralda

Polícia Civil do Piauí.

Sobrinho de uma das detidas aparece em fotografia com uma pistola .40 dentro da fralda

Em nota, a Polícia Civil informou  que o acesso às informações do telefone permitiu comprovar “a participação do trio em práticas criminosas”. Segundo Vieira, elas guardavam as armas e produtos de roubo feitos por outras pessoas.

“As fotos já estavam circulando. Talvez por isso foi provocada requisição [de prisão das três suspeitas]”, disse o major Gilson Leite, do 8º Batalhão de Polícia Militar e responsável pela operação, ao iG. “Encontramos crack, celulares roubados, joias e um pouco de dinheiro.”

A prisão ocorreu em uma casa no sudeste da capital piauiense. Não foram encontradas armas. As três foram detidas sob suspeita de tráfico de drogas, associação criminosa e receptação.

Segundo Vieira, da Polícia Civil, o bebê que aparece em uma das fotos com uma pistola .40 é sobrinho de uma das jovens detidas.

Dinheiro é exibido em fotos feitas com o celular roubado que acabaram por denunciar o trio. Foto: Polícia Civil do Piauí
Foto de arma semelhante à que aparece na  fralda do bebê em outra imagem. Foto: Polícia Civil do Piauí
Foto de munição feita com o celular roubado: jovens guardavam as armas de assaltantes após os crimes, segundo a polícia. Foto: Polícia Civil do Piauí
Foto, feita com o celular roubado, de produto que parece ser maconha - polícia apreendeu a droga na casa onde as jovens estavam. Foto: Polícia Civil do Piauí
Jovens presas em imagem feita com o celular roubado: conexão com Dropbox denunciou o grupo. Foto: Polícia Civil do Piauí
Uma das jovens presas após foto feita com celular roubado ser colocada na nuvem. Foto: Polícia Civil do Piauí
Bens apreendidos na casa das três mulheres: drogas, joias e um pouco de dinheiro. Foto: Polícia Militar do Piauí
BANDIDAS
BANDIDA

SHEILA

Dançarina se apresentou no ‘Baile da Vogue’ com a amiga Sheila Mello na quinta-feira (5)

Scheila Carvalho se apresentou com Sheila Mello no baile da revista ‘Vogue’, que aconteceu em São Paulo na quinta-feira (5). Vestida com a fantasia de ‘dançarina de cancan’, a eterna morena do Tchan chamou atenção do público por aparecer com o rosto bem esticado por conta das aplicações de botox.

As aplicações, segundo ela, não são tão frequentes: “faz um tempo que eu não aplico. Aliás, fico quase um ano para colocar o botox, porque é difícil conseguir tempo para viajar”, disse a ex-dançarina, que faz o procedimento em São Paulo.Em recente entrevista ao jornal ‘Extra’, Scheila admitiu que faz o procedimento há mais de 10 anos e que aproveita as viagens internacionais que faz com o marido para comprar cremes de beleza.


Trabalhadores da cidade de Sibu, na Indonésia, encontraram um animal bizarro em uma estrada próxima a uma plantação de palmeiras antes de entrarem em serviço. Então, o espécime desconhecido, que parece uma mistura de macaco com urso e bicho-preguiça, os atacou com garras afiadas e mordidas. “Estávamos chocados. Nenhum de nós havia visto algo assim, então um de nós bateu no bicho até que ele desmaiou. Pode ser uma espécie rara de urso e quando ele recuperou a consciência, nós o forçamos a voltar para a selva”, disse uma das testemunhas ao Borneo Post Online. Apesar de terem filmado o bicho, os trabalhadores disseram não ter informado às autoridades.