Ex-presidente pediu que seja feito um novo julgamento no Senado, dessa vez sem a acusação levar em conta dois artigos de lei de 1950.ex-presidente-dilma-rousseff-20160831-07A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quinta-feira uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a condenação no impeachment e determinar que o Senado realize uma nova votação no processo. O mandado de segurança foi distribuído por sorteio para o ministro Teori Zavascki, que será o relator do caso.

Na ação, Dilma solicita que seja feito um novo julgamento no Senado, dessa vez, porém, sem levar em conta dois artigos da Lei 1.079, de 1950, usados pela acusação para imputar crimes de responsabilidade. Ela também pede que o atual presidente da República, Michel Temer, volte à condição de vice até o julgamento final. (Veja.com)


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Michel Temer agora é, oficialmente, o novo Presidente da República do Brasil. O peemedebista, que até até então ocupava a vice-presidência e comandava o Planalto interinamente, foi empossado em cerimônia no Senado Federal, nesta quarta-feira (31).

Temer assume o cargo definitivamente após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Após a assinatura do Termo de Posse, o Presidente do Senado, Renan Calheiros, encerrou a sessão. 


lNTuGETEm clima de tensão, presidente afastada discursa a senadores; parlamentares falam em evitar repetição de cenas de bate-boca. ASSISTA AO VIVO. Do lado de fora, esquema de segurança separa manifestantes pró e contra o impeachment. Apoiadores de Dilma somam cerca de 350 pessoas, segundo a Polícia Militar. Praticamente não há manifestantes favoráveis ao impedimento. Assista:


As manifestações de apoio à coligação “O futuro é agora” continuam em Caatiba. A cada dia, mais e mais pessoas aderem com determinação ao projeto político-administrativo representado pelas candidaturas majoritárias de Paulo Henrique (PMDB) e Luiz Miranda  (PSDB), prefeito e vice, respectivamente.

Neste domingo, 28, revelou com exatidão esta realidade. A região de Serra pelada,  foi tomado pela presença marcante de uma multidão no bate papo  que marcou o encerramento da agenda do dia dos candidatos – que na oportunidade foram acompanhados pelos postulantes à Câmara de Vereadores e outras lideranças.


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BBw2l1TO Senado, em sessão comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, começa a julgar nesta quinta-feira, 25, a presidente afastada Dilma Rousseff por crime de responsabilidade fiscal. A sessão dá início à fase final do processo de impeachment. A petista é acusada de ter cometido irregularidades na gestão do Orçamento.

Dilma – que foi afastada da Presidência em maio, após a primeira votação na Casa –, será condenada se ao menos 54 dos 81 senadores considerarem que ela é culpada por ter editado três decretos de suplementação orçamentária sem o aval do Congresso e por ter cometido as chamadas pedaladas fiscais ao atrasar o pagamento de repasses pela União ao Plano Safra, do Banco do Brasil.


mnbEm contato com a redação do Tribuna de Itapetinga, o candidato ao governo de Caatiba, Dr Paulo Henrique, informou que esteve reunido com o peemedebista Geddel Vieira Lima, e ao final do encontro, o Ministro da Secretaria de Governo de Temer, condicionou seu apoio nos órgãos institucionais federais e no que for preciso para que Caatiba possa sair do  atraso que se encontra. Assista:


No dia de sábado (30 de Julho), a situação de Caatiba e Distrito protagonizou a véspera da convenção uma verdadeira cena de novela Mexicana.da5fadb1-cc38-49fb-8cd8-e2eb71291a06Uma verdadeira Formula1 interna no grupo da atual administração de Júnior Mendes (PSD) e Tânia Ribeiro (PR). Investigados da Polícia Federal e MPF, CGU, e RF, por desvios de vultuosa quantia do erário público, conforme noticiado na s mídias.

Entre os dias 12 do mês de Julho (veja aqui) com a ação das instituições citadas acima, de busca e apreensão de documentos para comprovação dos fatos, criou-se uma desconfiança dentro do próprio grupo, levando o Cacique Ernevaldo Mendes e seus aliados a forçar a saída de Júnior Mendes colocando em seu lugar a vice-prefeita Tânia Ribeiro, como cabeça da chapa.


Tudo conspira para que vazamentos ocorram na última semana de agosto.gedell-vieiraAs temidas delações premiadas de investigados na Lava Jato, que já derrubaram alguns dos ministros de Michel Temer (PMDB), presidente interino, podem novamente voltar a mexer na composição do governo do peemedebista.

Segundo informações do jornalista Fernando Rodrigues, a sensação de que Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, pode ser o próximo alvo da Lava Jato está crescendo no Palácio do Planalto. Isso se deve aos depoimentos que empreiteiros da Odebrecht e OAS estão dando à Polícia Federal.

Além disso, tudo conspira para que na última semana de agosto, quando haverá votação pelo impeachment de Dilma, ocorra vazamentos das delações premiadas de Odebrecht e OAS.


agenciaNa votação concluída na madrugada de quarta-feira (11) que aprovou a continuidade do impeachment de Dilma Rousseff, o presidente em exercício Michel Temer ampliou a vantagem que obteve há quase três meses, quando a petista foi afastada do Planalto.

Os votos a mais foram conquistados com a promessa de distribuição de cargos a apadrinhados de senadores, a garantia de retomada de obras de interesse dos parlamentares e a atuação da trinca de peemedebistas do Senado, o presidente da Casa, Renan Calheiros (AL), o líder da bancada, Eunício Oliveira (CE), e o presidente em exercício da legenda, Romero Jucá (RR). 


Votação na Casa determinou que a presidente afastada vá a julgamento por crime de responsabilidade. Se condenada, será afastada definitivamente e ficará inelegível por 8 anos.

O plenário do Senado deu na madrugada desta quarta-feira mais um passo para sepultar o mandato de Dilma Rousseff – e pôr fim definitivamente à era PT no comando do país.

dilma-rousseffÀ 1h25, o painel eletrônico da Casa anunciou: a presidente afastada tornou-se ré e será julgada por crime de responsabilidade. Fora do Planalto desde 12 de maio, Dilma terá o mandato definitivamente interrompido se condenada – e ficará inelegível por oito anos.

Para tanto, são necessários dois terços dos votos do plenário do Senado, ou seja 54 dos 81 parlamentares. Os 59 votos que autorizaram o julgamento indicam, portanto, que a presidente afastada será derrotada também no último passo do processo. A derradeira fase do impeachment deve ter início no final deste mês.  É difícil encontrar em Brasília, mesmo dentro do PT, alguém que acredite na volta de Dilma ao Palácio do Planalto. O resultado da chamada fase de pronúncia foi anunciado após 15 horas e meia de sessão – em que apoiadores da presidente afastada lançaram mão de artifícios para retardar ainda mais os trabalhos.


size_810_16_9_dilmaA presidente afastada Dilma Rousseff deve ser novamente derrotada, nesta terça-feira (9), durante a sessão de pronúncia, uma espécie de prévia da votação final do impeachment, no plenário do Senado. Nela, os senadores definem, ao votar o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), se o processo deve ou não ser arquivado. De acordo com levantamento realizado por O Globo, 44 dos 81 senadores devem votar a favor do parecer da comissão especial, que recomenda o afastamento definitivo de Dilma. Ainda de acordo com a publicação, esses senadores devem repetir o voto no julgamento final da petista, previsto para o fim de agosto.