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Michel Temer agora é, oficialmente, o novo Presidente da República do Brasil. O peemedebista, que até até então ocupava a vice-presidência e comandava o Planalto interinamente, foi empossado em cerimônia no Senado Federal, nesta quarta-feira (31).

Temer assume o cargo definitivamente após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Após a assinatura do Termo de Posse, o Presidente do Senado, Renan Calheiros, encerrou a sessão. 


lNTuGETEm clima de tensão, presidente afastada discursa a senadores; parlamentares falam em evitar repetição de cenas de bate-boca. ASSISTA AO VIVO. Do lado de fora, esquema de segurança separa manifestantes pró e contra o impeachment. Apoiadores de Dilma somam cerca de 350 pessoas, segundo a Polícia Militar. Praticamente não há manifestantes favoráveis ao impedimento. Assista:


As manifestações de apoio à coligação “O futuro é agora” continuam em Caatiba. A cada dia, mais e mais pessoas aderem com determinação ao projeto político-administrativo representado pelas candidaturas majoritárias de Paulo Henrique (PMDB) e Luiz Miranda  (PSDB), prefeito e vice, respectivamente.

Neste domingo, 28, revelou com exatidão esta realidade. A região de Serra pelada,  foi tomado pela presença marcante de uma multidão no bate papo  que marcou o encerramento da agenda do dia dos candidatos – que na oportunidade foram acompanhados pelos postulantes à Câmara de Vereadores e outras lideranças.


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BBw2l1TO Senado, em sessão comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, começa a julgar nesta quinta-feira, 25, a presidente afastada Dilma Rousseff por crime de responsabilidade fiscal. A sessão dá início à fase final do processo de impeachment. A petista é acusada de ter cometido irregularidades na gestão do Orçamento.

Dilma – que foi afastada da Presidência em maio, após a primeira votação na Casa –, será condenada se ao menos 54 dos 81 senadores considerarem que ela é culpada por ter editado três decretos de suplementação orçamentária sem o aval do Congresso e por ter cometido as chamadas pedaladas fiscais ao atrasar o pagamento de repasses pela União ao Plano Safra, do Banco do Brasil.


mnbEm contato com a redação do Tribuna de Itapetinga, o candidato ao governo de Caatiba, Dr Paulo Henrique, informou que esteve reunido com o peemedebista Geddel Vieira Lima, e ao final do encontro, o Ministro da Secretaria de Governo de Temer, condicionou seu apoio nos órgãos institucionais federais e no que for preciso para que Caatiba possa sair do  atraso que se encontra. Assista:


No dia de sábado (30 de Julho), a situação de Caatiba e Distrito protagonizou a véspera da convenção uma verdadeira cena de novela Mexicana.da5fadb1-cc38-49fb-8cd8-e2eb71291a06Uma verdadeira Formula1 interna no grupo da atual administração de Júnior Mendes (PSD) e Tânia Ribeiro (PR). Investigados da Polícia Federal e MPF, CGU, e RF, por desvios de vultuosa quantia do erário público, conforme noticiado na s mídias.

Entre os dias 12 do mês de Julho (veja aqui) com a ação das instituições citadas acima, de busca e apreensão de documentos para comprovação dos fatos, criou-se uma desconfiança dentro do próprio grupo, levando o Cacique Ernevaldo Mendes e seus aliados a forçar a saída de Júnior Mendes colocando em seu lugar a vice-prefeita Tânia Ribeiro, como cabeça da chapa.


Tudo conspira para que vazamentos ocorram na última semana de agosto.gedell-vieiraAs temidas delações premiadas de investigados na Lava Jato, que já derrubaram alguns dos ministros de Michel Temer (PMDB), presidente interino, podem novamente voltar a mexer na composição do governo do peemedebista.

Segundo informações do jornalista Fernando Rodrigues, a sensação de que Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, pode ser o próximo alvo da Lava Jato está crescendo no Palácio do Planalto. Isso se deve aos depoimentos que empreiteiros da Odebrecht e OAS estão dando à Polícia Federal.

Além disso, tudo conspira para que na última semana de agosto, quando haverá votação pelo impeachment de Dilma, ocorra vazamentos das delações premiadas de Odebrecht e OAS.


agenciaNa votação concluída na madrugada de quarta-feira (11) que aprovou a continuidade do impeachment de Dilma Rousseff, o presidente em exercício Michel Temer ampliou a vantagem que obteve há quase três meses, quando a petista foi afastada do Planalto.

Os votos a mais foram conquistados com a promessa de distribuição de cargos a apadrinhados de senadores, a garantia de retomada de obras de interesse dos parlamentares e a atuação da trinca de peemedebistas do Senado, o presidente da Casa, Renan Calheiros (AL), o líder da bancada, Eunício Oliveira (CE), e o presidente em exercício da legenda, Romero Jucá (RR). 


Votação na Casa determinou que a presidente afastada vá a julgamento por crime de responsabilidade. Se condenada, será afastada definitivamente e ficará inelegível por 8 anos.

O plenário do Senado deu na madrugada desta quarta-feira mais um passo para sepultar o mandato de Dilma Rousseff – e pôr fim definitivamente à era PT no comando do país.

dilma-rousseffÀ 1h25, o painel eletrônico da Casa anunciou: a presidente afastada tornou-se ré e será julgada por crime de responsabilidade. Fora do Planalto desde 12 de maio, Dilma terá o mandato definitivamente interrompido se condenada – e ficará inelegível por oito anos.

Para tanto, são necessários dois terços dos votos do plenário do Senado, ou seja 54 dos 81 parlamentares. Os 59 votos que autorizaram o julgamento indicam, portanto, que a presidente afastada será derrotada também no último passo do processo. A derradeira fase do impeachment deve ter início no final deste mês.  É difícil encontrar em Brasília, mesmo dentro do PT, alguém que acredite na volta de Dilma ao Palácio do Planalto. O resultado da chamada fase de pronúncia foi anunciado após 15 horas e meia de sessão – em que apoiadores da presidente afastada lançaram mão de artifícios para retardar ainda mais os trabalhos.


size_810_16_9_dilmaA presidente afastada Dilma Rousseff deve ser novamente derrotada, nesta terça-feira (9), durante a sessão de pronúncia, uma espécie de prévia da votação final do impeachment, no plenário do Senado. Nela, os senadores definem, ao votar o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), se o processo deve ou não ser arquivado. De acordo com levantamento realizado por O Globo, 44 dos 81 senadores devem votar a favor do parecer da comissão especial, que recomenda o afastamento definitivo de Dilma. Ainda de acordo com a publicação, esses senadores devem repetir o voto no julgamento final da petista, previsto para o fim de agosto. 


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Patrícia Lélis foi à Procuradoria Especial da Mulher do Senado. Ela diz ter sido assediada sexualmente e agredida pelo deputado, que nega acusação. Jornalista diz que existem outras vítimas.

A jornalista Patrícia Lélis, de 22 anos, foi nesta segunda-feira (8) à Procuradoria Especial da Mulher no Senado para fazer denúncias de abuso sexual contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Assista:

O parlamentar nega as acusações. Assessores da procuradoria disseram que encaminharão as denúncias para apuração do Ministério Público.

Há, ainda, duas representações pedindo que o deputado seja investigado: uma na Procuradoria da República do Distrito Federal, enviada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM); e uma na Procuradoria Geral da República, protocolada por um grupo de deputadas, segundo o advogado de Patrícia. Ainda não há decisão sobre se o caso será investigado pelo MP. Neste domingo (7), a jovem já havia procurado a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher da Asa Sul, em Brasília. Na delegacia, ela registrou um boletim de ocorrência. Segundo Patrícia, além de abuso sexual, ela fez denúncias de lesão corporal e cárcere privado.


dAliados da presidente afastada, Dilma Rousseff, estão tentando costurar um acordo que permite a ela comparecer ao julgamento final de seu processo no plenário do Senado, sem ser interpelada pelos parlamentares. Os defensores de Dilma a aconselharam a comparecer ao julgamento no final deste mês, mas ela quer a garantia de que não será atacada ou desrespeitada.

Integrantes da base do presidente interino, Michel Temer, porém, acreditam que será difícil dar essa garantia a Dilma. Eles não querem se comprometer a não fazer perguntas.