Beber apenas uma taça de vinho por dia aumenta o risco de morte, aponta estudo
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Segundo estudo publicado pela revista The Lancet, nesta sexta-feira (24), beber uma taça de vinho ou apenas um copo de cerveja por dia aumenta o risco em 0,5% das pessoas sofrerem algum tipo de problema relacionado ao álcool, entre eles: Câncer, AVC e cirrose.

O levantamento foi realizado em 195 países entre os anos de 1990 e 2016, considerando a faixa etária de 15 a 90 anos. No mundo, existem cerca de 2,4 bilhões de pessoas consumidoras de bebidas alcoólicas e entre elas 63% são homens. Segundo a revista Exame, o consumo de álcool foi considerado em 2016 como o sétimo maior fator de risco de morte prematura.


Pesquisadores da Universidade de Sorocaba (Uniso) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, criaram um curativo cicatrizante a partis de uma proteína encontrada no abacaxi. “Quem tem ferimentos graves sabe muito bem a diferença que faz um bom curativo. 

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Ele precisa criar uma barreira contra microrganismos, evitando contaminações, e também ser capaz de propiciar atividade antioxidante para diminuir o processo inflamatório de células mortas e pus”, explicou Angela Faustino Jozala, coordenadora do Laboratório de Microbiologia Industrial e Processos Fermentativos (LaMInFe) da Uniso e uma das autoras do artigo.

Segundo a Agência Fapesp, foram realizados testes em laboratórios, com o uso de membranas de nanocelulose bacteriana. As estruturas foram submersas por 24 horas em solução de bromelina, a proteína do abacaxi. O resultado foi um aumento de nove vezes na atividade antimicrobiana da nanocelulose bacteriana.


Quando os rins deixam de funcionar, a hemodiálise surge como uma opção de tratamento que permite remover as toxinas e o excesso de água do seu organismo.

Hemodiálise é um procedimento através do qual uma máquina limpa e filtra o sangue, ou seja, faz parte do trabalho que o rim doente não pode fazer. O procedimento libera o corpo dos resíduos prejudiciais à saúde, como o excesso de sal e de líquidos. Ser dependente desta máquina é o pesadelo de muitas pessoas.  e, uma vez ligada a ela, somente um transplante renal poderia resolver o problema. Atualmente, pelo menos 20 mil brasileiros estão na fila de espera por um rim. Mas essa longa espera estar com os dias contados.


O AVC, popularmente chamado de derrame, já não é mais uma doença só de idosos – hoje, também atinge muitos jovens. Para se prevenir é importante adotar hábitos saudáveis e saber identificar seus sintomas.

O acidente vascular cerebral (AVC, popularmente chamado de derrame) deixou de ser uma doença só dos idosos – hoje, também atinge muitos jovens. Para combatê-la, é importante adotar hábitos saudáveis e saber identificar os sintomas. “A população jovem está no alvo da doença devido à maior exposição aos fatores de risco”, explica Antonio De Salles, professor de medicina da Universidade da Califórnia (EUA) e neurologista do Hospital do Coração (SP).

Existem dois tipos de AVC: o isquêmico, que é o mais comum e corresponde a cerca de 85% dos casos, e o hemorrágico, que responde por 15% do total. “Em ambos, os neurônios da região afetada morrem, causando sequelas que vão depender da extensão da lesão e das áreas envolvidas. Podem ocorrer paralisias, perda ou dificuldade nos sentidos e problemas de memória e cognição, por exemplo. Nos casos mais severos o AVC leva à morte”, diz Gisele Sampaio, neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).


Escolas e creches são locais propícios à propagação de infecções. Mesmo que as crianças estejam com as vacinas em dia, é inevitável que uma doença ou outra apareça.

Entre estas, há uma condição conhecida como “mão-pé-boca” (HFMD, sigla em inglês). Trata-se de uma doença contagiosa causa pelo vírus Coxsackie, da família de enterovírus, que normalmente habitam nosso sistema digestivo e podem provocar condições como a estomatite. De acordo com informações do site do médico Dráuzio Varella, a doença, embora também afete adultos, é mais comum durante a infância, antes dos cinco anos de vida. A HFMD é uma doença extremamente infecciosa, com transmissão fecal/oral. 


A dra. Devra Davis, autora do livro “The Secret History of the War on Cancer” (A História Secreta da Guerra contra o Câncer), tem investigado os perigos das radiações emitidas pelos telefones celulares já faz um bom tempo.

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Como muitas pessoas, a dra. Davis simplesmente não acreditava na possibilidade de que os telefones celulares fossem perigosos – até que resolveu estudar o caso.


Prestes a se aposentar, Jacira Noronha chama a atenção com físico escultural, conseguido com anos de dedicação e várias horas de atividades diárias na academia.

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Mãe de quatro filhos, avó de três netos e um quarto a caminho, a pedagoga Jacira Noronha foge ao padrão de uma matriarca de 57 anos prestes a se aposentar.Com um corpo definido e barriga ‘tanquinho’, a ‘vovó marombada’, como se considera, tem um rotina ativa de 17 horas diárias, que inclui trabalho, musculação, estudo e uma interação com mais de 47 mil seguidores nas redes sociais.

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Jacira começou a praticar musculação há 13 anos, quando buscou a atividade física para superar um acidente de moto. “Depois do acidente que sofri em 2003 fui em busca de reabilitação porque tive um problema na perna. Após uma recuperação ótima, resolvi dá uma virada na minha vida, e a musculação fez isso”.

Hoje, a pedagoga tem sua própria academia e garante não perder um dia de treino. “Me considero uma ‘vovó marombada’ porque não perco a academia e ainda tenho tempo para a família. Faço musculação uma hora por dia sem comprometer meu resultado. Tanto para perda de peso ou para ganho de massa muscular. Diversifico meus treinos”, conta.


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O câncer é uma doença grave por si só e quando atinge a região do Sistema Nervoso Central (SNC), onde é ocorrem todas as ações motoras e pensantes do corpo, o risco de morte é maior. A neoplasia (sinônimo de câncer) naquela região é uma das que mais matam adultos e é a segunda que mais mata crianças na Bahia.

A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informa que 218 pessoas morreram por causa de câncer no Sistema Nervoso Central só em 2016, sendo que em 2014 e 2015 foram 441 e 470, respectivamente. No caso das crianças, 11 já morreram desta patologia em 2016, já em 2014 e 2015 foram 25 e 21 mortes respectivamente.


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Uma resolução do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, publicada no diário oficial da União desta sexta-feira (5), instituiu o grupo de trabalho que vai discutir e elaborar o Projeto de Plano de Saúde Acessível, proposto por Barros, em alternativa ao Sistema Único de Saúde.

O grupo de trabalho será composto por representantes, titulares e suplentes do Ministério da Saúde; da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); e da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.


Aquela velha máxima de que “você é o que você come” nem sempre é levada tão à risca como é por esse médico norte-americano que aconselha seus pacientes a seguirem tratamentos com frutas e verduras frescas. E com um detalhe é tudo orgânico.

|Por Redação Hypeness

O Dr. Garth Davis, do Mermorian Herman Medical Center, no Texas, comanda uma pequena farmácia que distribui vegetais orgânicos como forma de prevenir e ajudar na recuperação de doenças. Ele conta que junto com outro médico, teve essa ideia porque sempre depois de uma consulta, ou cirurgia, a recomendação era se alimentar bem.Uma vez por semana a “Farmacy Stand”, (que fica dentro do próprio hospital) vende uma caixa cheira de orgânicos por US$ 25. Mas se você tiver uma receita médica da equipe do dr. Davis ainda ganha US$ 10 de desconto financiados pela própria instituição.


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Desde que tinha 18 anos, o australiano James Harrison, hoje com 78, doa sangue e com esse gesto foi capaz de salvar a vida de aproximadamente 2 milhões de recém-nascidos, segundo informações do canal Fox 13 Now.

A cada semana, durante seis décadas, médicos usam seus anticorpos para produzir a vacina Anti-D, usada para tratar mulheres grávidas que sofrem com a doença de Rhesus, ou eritroblastose fetal, uma enfermidade hemolítica causada pela incompatibilidade do fator Rh no sangue da mãe e do bebê. Estima-se que ele doou sangue mais de 1.000 vezes ao longo da vida.

Os médicos acreditam que o idoso, que hoje vive na costa central da Austrália, desenvolveu os anticorpos após ser submetido a uma operação torácica aos 14 anos, quando seu pulmão foi removido. Ao saber que teve a vida salva por pessoas desconhecidas que doaram sangue, ele manifestou o desejo de repetir o gesto assim que fosse permitido. “Meu pai me contou que essa doação salvou a minha vida e eu disse ‘então é isso, quando eu ficar mais velho vou salvar a vida de alguém”, contou Harrison, que começou a doar sangue as 18 anos, idade mínima permitida pela Austrália.


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Brasília – O pedido para a liberação da fase 3 da vacina contra dengue produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o National Institutes of Health não foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A análise, que foi feita em caráter emergencial, a pedido do instituto, foi concluída há alguns dias. A equipe técnica da Anvisa identificou algumas pendências que precisam ser resolvidas pelo instituto. Enquanto as informações não forem fornecidas, a autorização não será concedida.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou que, num cenário otimista, a vacina do Butantan estará disponível somente em 2018. “Temos o maior interesse de que o produto esteja disponível rapidamente, mas temos de ser francos”, disse o ministro nesta quarta-feira, 10, durante audiência pública realizada no Senado. O ministro observou ser necessária a conclusão da fase 3 da pesquisa e a construção de uma área industrial somente para produção da vacina, quando todas as etapas já tiverem sido cumpridas. “Se tudo der certo, a construção da fábrica começará em agosto. Se tudo der certo, ela será concluída em julho do ano que vem.”


pilula antiAs pílulas anticoncepcionais mais recentes têm um risco aumentado de acidentes devido à trombose venosa (formação de coágulos) – confirmou um estudo publicado nesta terça-feira (26) na revista especializada The BMJ Today.

Conduzida por pesquisadores britânicos, o novo estudo mostra que as mulheres que tomam contraceptivos orais combinados que contêm drospirenona, desogestrel, gestodeno e ciproterona têm um risco de trombose venosa quadruplicado em relação àquelas que não tomam pílula.

O risco é quase duplicado (1,5 a 1,8 vezes superior) em relação às mulheres que tomam contraceptivos orais de estrogênio mais antigos, que contêm levonorgestrel, noretisterona ou norgestimata.

Na França, os riscos cardiovasculares das pílulas de nova geração à venda no mercado – também chamadas de pílulas de terceira e quarta geração – foram bastante explorados pela mídia no final de 2012 e início de 2013.

A mediatização e um plano de ação das autoridades sanitárias levaram a uma redução de quase 25% das vendas destes comprimidos em favor das pílulas mais antigas, também chamadas de primeira e segunda geração.

Os pesquisadores da Universidade de Nottingham trabalharam sobre duas grandes bases de dados médicos e traçaram uma relação entre o uso de contraceptivos orais e as tromboses venosas observadas nas mulheres com idades entre 15 e 49 anos.

Foi possível mostrar que o número de tromboses a mais por 10.000 mulheres tratadas por ano foi menor (6 casos relatados) entre aquelas que tomam as pílulas mais velhas em comparação com aquelas (14 casos) que tomam desogestrel e ciproterona (encontrados na pílula Diane, por exemplo).

Mas os pesquisadores também observam que o risco absoluto permanece baixo e que os contraceptivos orais são “extremamente seguros”, com um risco de trombose multiplicado por 3 para todas as pílulas combinadas, enquanto uma mulher grávida tem um risco multiplicado por dez.