urach2Nesta segunda-feira, 2, do quarto do Hospital Alvorada onde está internada, em São Paulo, Andressa Urach conversou com o Ego. No domingo, 1º, a apresentadora passou por uma cirurgia para retirar uma forte inflamação na nádega esquerda por uso de Pmma e hidrogel. O cirurgião que a operou, Felipe Tosak, contou que drenou a secreção e retirou partes do Pmma e do hidrogel que estavam lá. Por causa do impedimento em eliminar todo o produto do corpo, Andressa teme que sua nádega direita também dê problema um dia.

“Eu queria que tirasse todo o bumbum de uma vez para não ter outra infecção, mas eles (os médicos) não deixaram. Dizem que não é bom mexer onde não está inflamado. Mas eu queria arrancar tudo. Não aguento mais sofrer”, desabafa. Andressa mandou para o Ego uma foto do dreno que foi colocado em sua perna esquerda para puxar a inflamação. “Meu estado geral é bom. Só a dor local mesmo que incomoda. O hospital está cuidando muito bem de mim. O fato de eu ser saudável ajuda muito”, acredita Urach. Em seguida, a agência de fotos AKM divulgou imagens feitas pelo assessor de imprensa da apresentadora nas quais ela posou antes de dar entrada no centro cirúrgico neste domingo, 1º. Nas fotos é possível ver a marcação vermelha onde o cirurgião Felipe Tosak fez a incisão.

Andressa, famosa pelas muitas intervenções plásticas que fez ao longo da vida, garantiu que não está nem um pouco preocupada se seu bumbum ficará com algum defeito após essa cirurgia. “Vaidade hoje para mim não existe mais. O importante é poder caminhar e estar viva.

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Sei que minha alma está em paz e se morresse minha alma estaria salva porque Deus já me perdoou de todos os meus pecados, mas sei que Ele tem muitos planos para mim. Não tenho medo da morte, minha alma está em paz. Só quero viver para cuidar da minha família.

Isso, no entanto, está nas mãos de Deus.” A apresentadora, que prepara um livro contando todo o seu drama e revelando detalhes desconhecidos do público sobre o seu passado, também incluirá o drama que vem vivendo no hospital desde dezembro. “O que estou passando vai ser mais um testemunho para o meu livro. Sei que vou ajudar muitas pessoas a não desistir por pior que seja a situação. Vai ser forte! Vou contar coisas que nunca disse”, adianta.



Lucilene Miranda morreu ao cair do 21º andar de edifício na Barra da Tijuca.
Três dias antes da morte, ela prestou queixa contra namorado por violência.

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Lucilene Miranda morava na Barra da Tijuca (Foto: Reprodução/Facebook)

A modelo capixaba Lucilene Miranda, de 33 anos, disse à polícia, segundo registro de ocorrência feito três dias antes de morrer, que foi arrastada para fora de casa pelo namorado Rodolfo Rodrigues dos Santos, conhecido como “Rude”. A modelo caiu do 21º andar de um edifício na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, em 21 de fevereiro.

Desde 25 de fevereiro, o G1 tenta contato com Rude, que não foi encontrado por telefone e não respondeu mensagens em redes sociais. À família, o músico e fotógrafo disse que a namorada se suicidou. A Polícia Civil informou que as investigações estão em andamento, mas não deu detalhes sobre as hipóteses apuradas.

De acordo com o registro feito na delegacia, Lucilene teria começado o relacionamento com Rude quatro meses antes de morrer. Logo no primeiro mês, foram morar juntos. No início do carnaval, eles teriam iniciado uma briga porque o fotógrafo levou dois amigos, usuários de drogas, para a residência do casal.

A briga se estendeu até o dia 18 de fevereiro, quando, de acordo com o registro, Rude teria expulsado Lucilene de casa. Antes que ela recolhesse seus pertences, segundo a modelo, ele a puxou por braços e pescoço para fora, causando lesões. Lucilene disse à polícia que, para se defender, também o agrediu.

Ainda segundo o boletim, a delegacia fez contato com Rude, e ele não se opôs que Lucilene pegasse seus pertences mediante um acordo com a vítima. Após registrar a queixa, a modelo não desejou obter medidas preventivas contra o namorado.

De acordo com informações da 16ª DP (Barra da Tijuca), as investigações estão em andamento. Todas as testemunhas foram ouvidas e os resultados dos laudos periciais estão sendo aguardados.

Boletim de ocorrência que Lucilene fez no dia 18 de fevereiro (Foto: Reprodução/Polícia Civil)
Boletim de ocorrência que Lucilene fez no dia 18 de fevereiro (Foto: Reprodução/Polícia Civil)

Lucilene enviou mensagem para irmã horas antes de morrer (Foto: Sulamita Casagrande/Arquivo Pessoal)
Lucilene enviou mensagem para irmã horas antes de morrer (Foto: Sulamita Casagrande/Arquivo Pessoal)

‘Preciso muito falar com você’

Lucilene enviou uma mensagem aparentando urgência em falar com a irmã mais velha, Sulamita Casagrande, quatro horas antes de morrer. “Preciso muito falar com você”, dizia o texto enviado pelo Facebook.

“Ela mandou uma mensagem pedindo ajuda. Só que como eu estava em Guarapari [litoral do ES], acabei vendo muito depois. Ela mandou a mensagem por volta das 11h, e no registro consta que ela morreu umas 15h. Ou seja, ela morreu quatro horas depois de me enviar a mensagem”, afirmou.

A última vez que Sulamita esteve com Lucilene foi há quatro semanas, quando a modelo viajou para o Espírito Santo e se hospedou na casa da irmã. Segundo Sulamita, a família não conhecia o fotógrafo Rude. A irmã da modelo afirmou que ele não prestou assistência à família e que não atende ligações dos parentes. “Ele sugeriu ao meu irmão, no IML [Instituto Médico Legal], que o corpo da Lucilene fosse enterrado no Rio para que ninguém tivesse despesa com translado.”

Mensagem que amigo do namorado de Lucilene enviou para família (Foto: Reprodução)
Mensagem que amigo do namorado de Lucilene enviou para família (Foto: Reprodução)

Mensagem de advogado
Sulamita disse ainda que soube da morte de sua irmã por um amigo de Rude, que se identificou como advogado. Primeiro, ele mandou a seguinte mensagem para a irmã de Lucilene: “Prezada Sulamita, meu nome é Bruno, sou advogado aqui do Rio de Janeiro. Preciso que você entre em contato comigo para falar sobre sua irmã Lucilene. Aguardo retorno o mais breve. Att.”

“Logo em seguida, ele ligou, disse que morava no mesmo condomínio do Rude, falou que tinha acontecido um acidente e que ela tinha falecido. Ele disse que ela se jogou. Ele foi cuidadoso ao falar comigo. Eu senti que ele falou em poucas palavras e disse que ela se jogou e morreu. Eu desliguei e achei que fosse um trote. Liguei para o namorado dela, e o telefone estava desligado. Eu fiquei desesperada”, disse Sulamita, que assim como sua família descarta a hipótese de suicídio.

Lucilene morreu ao cair do 21º andar de edifício na Barra da Tijuca (Foto: Reprodução/Facebook)
Lucilene morreu ao cair do 21º andar de edifício na Barra da Tijuca (Foto: Reprodução/Facebook)
Lucilene Miranda era natural de Vitória, no Espírito Santo (Foto: Arquivo Pessoal)
Lucilene Miranda era natural de Vitória, no Espírito Santo (Foto: Arquivo Pessoal)
Lucilene morreu após cair de prédio na Barra da Tijuca (Foto: Reprodução / Facebook)
Lucilene morreu após cair de prédio na Barra da Tijuca (Foto: Reprodução / Facebook)

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A família de Adriano Henrique Jardim Ramos, de cinco anos, que foi espancado pela própria mãe, decidiu doar os órgãos do garoto, de acordo com informações da Santa Casa de Franca, no interior de São Paulo, onde estava internado. A decisão foi tomada após a polícia informar sobre a morte cerebral da vítima, na noite da última sexta-feira (27). Ontem (1º), uma equipe médica especializada em transplantes saiu da cidade de São Paulo em direção a Franca para realizar a retirada dos órgãos. Segundo a polícia, Adriano foi espancado por ter defecado na roupa e sujado os lençóis da cama. A mãe do garoto disse ter ficado irritada com a situação e acabou desferindo vários tapas contra ele e o empurrou contra a cama. Vizinhos socorreram a criança e a levaram para um posto de saúde, onde deu entrada com traumatismo craniano. Presa em flagrante por tentativa de homicídio qualificado, a mãe de Adriano foi levada para o presídio feminino de Tremembé, em São Paulo.



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EDUCANDÁRIO FERRAZ , 35 ANOS DE LUTAS E GLÓRIAS
O Educandário Ferraz ao longo dos seus 35 anos de existência, vem deixando suas marca no caminho da Educação de Itororó e Região.

É do conhecimento de muitos que essa unidade de ensino foi a PRIMEIRA ESCOLA Particular de Itororó a primar pelo ato de aprender e ensinar.
Anos passaram-se, os desafios fizeram e fazem parte dessa instituição, que tem como premissa maior o ensino e a aprendizagem dos seus alunos, com uma base sólida em valores, aqui formamos vencedores desde 03 de março de 1980.

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Com novos desafios do dia-a-dia, anos após anos, foi assim que seu nome se firmou e ganhou o respeito e orgulho de muitos. Estão escritos nos nossos acervos escolares nomes de ex alunos, que ganharam e ganham destaque na vida social, econômica e cultural de Itororó e Região, devido a capacidade profissional que ocupa nas diversas áreas do conhecimento.

São inúmeros os adjetivos atribuídos a nossa humilde casa educacional, muitos deles fazem jus a sua riqueza e grandiosidade. Enumerá-las aqui faria dessa homenagem infinita. São gestores, professores e apoio que dão-se as mãos no trabalho diário, do fazer e refazer, do agir com reflexão da força com a coragem de lutar e da parceria das FAMÍLIAS, em nos confiar os seus FILHOS, a quem nos agradecemos imensamente.

Nesses 35 anos, tentamos deixar marcas cada vez mais fortes na História do Educandário Ferraz, com intuito de firmar cada vez mais a sua importantíssima parcela na construção educacional de cidadãos, críticos e participativos no seu meio e no mundo inteiro.

Com força, sabedoria, determinação, saúde e acima de tudo, vestindo da armadura de Deus, lutamos e alcançamos dignidade e merecimento do pai celestial.

Que nos momentos de lutas, quando as ondas do mar se encapelam, demostrando força, tenhamos sempre a humildade de nos curvarmos ao altíssimo, permitindo a Ele adentrar ao nosso barco e fazer cessar a tempestade.

Com o Senhor dos Exércitos somos fortes. De nada adianta as boas intenções sem que, nelas, claramente se expressem a Vontade de Deus.
Conheço as tuas obras, eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar, que tens pouca força, entretanto guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome. (Ap. 3:8)

Elevemos nossos pensamentos, portando, para que o Educandário Ferraz(Equipe), tenha muita saúde física, mental e principalmente, espiritual para dar continuidade a esse trabalho de Amor, Respeito e Vocação.

Obrigada e Parabéns a todos aqueles, que fizeram e fazem parte direto ou indiretamente desse projeto de Amor….

Educandário Príncipe Encantado, que com sua maioridade ganhou sobrenome e transformou-se em EDUCANDÁRIO FERRAZ.

FONTE TEXTO: EDUCANDÁRIO FERRAZ

POR KELVES AZEVEDO



delegada

Faleceu na manhã desta segunda (02), na Santa Casa de Misericórdia de Valença, a delegada da Polícia Civil do município de Taperoá-Ba, Drª Jamile Hage, de 38 anos.

A profissional que morreu de infarto era lotada na sede da 5ª COORPIN. Jamile chegou a ser socorrida para o hospital, mas não resistiu indo a óbito.

Jamile Hage que era esposa do Tenente Helton Brandão antes de ser delegada em Taperoá, atuou durante muito tempo na Delegacia de Polícia Civil do município de Valença. Na Unidade Penitenciária de Valença foi diretora, e em seguida foi delegada no município de Ituberá.



viciado cota

Diante da escassez de investimentos públicos para os tratamentos de usuários de drogas no Estado e da alta taxa de ocupação das vagas públicas destinadas a esse tipo de abordagem, Minas poderá adotar uma medida polêmica: reservar 10% das vagas em concursos públicos no Estado para dependentes químicos.

A sugestão foi feita pelo presidente da Comissão de Enfrentamento ao Crack, o deputado estadual Vanderlei Miranda (PMDB), durante o ciclo de debates Um Novo Olhar sobre o Dependente Químico, encerrado, ontem, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na capital. “Fomos muito cobrados de que o poder público não ajuda na reinserção de usuários de drogas. Sugeri isso ao governo, mas ainda não obtive resposta para decidirmos o que fazer”, afirmou.

O projeto causa polêmica entre entidades que lidam com o tratamento de dependentes químicos. Para Robert William, da ONG Defesa Social, que trabalha com o tratamento de dependentes químicos, o investimento deveria ser em vagas públicas de tratamento. “Em certo ponto, pode parecer bom (reservar empregos públicos para usuários de drogas), ajudando o dependente a se reinserir. Mas o principal é que o Estado invista em vagas públicas de tratamento”, frisou.

Segundo Cleiton Dutra, assessor de política de gabinete da Subsecretaria de Política Anti-Drogas, a reserva de vagas para usuários de drogas em concursos públicos não foi analisada. “Não tenho conhecimento do assunto, isso deve ser analisado. Mas, independentemente disso, vamos expandir as vagas públicas futuramente”, disse.

Números

Minas oferece 1.600 vagas de para tratamento de dependentes químicos – 96,34% das quais ocupadas, segundo a subsecretaria de Polícia Anti-Drogas – e pretende chegar a 3.000 mil, mas a expansão não tem data prevista.



Especialista em segurança e apresentador do programa policial Operação de Risco, da RedeTV!, Jorge Lordello analisou, a pedido do blog, a entrevista de Suzane Von Richthofen exibida na quarta e quinta (dias 25 e 26) no Programa do Gugu, na Record.

Abaixo, ele comenta a postura de Gugu, as reações de Suzane (“a mulher mais odiada do Brasil”, na sua avaliação) e a celebrização de criminosos na TV.

Gugu conduziu bem a entrevista? Ele cumpriu o papel como jornalista ou foi brando?

A linha de perguntas de um apresentador de televisão reflete seu perfil de comunicador. Apesar de não fazer contraponto em algumas respostas de Suzane, Gugu chegou a desestabilizá-la em alguns momentos. A entrevistada é dissimulada e preparada para enfrentar situações de pressão e estresse; possui roteiro pronto em sua mente criminosa. Ficou claro que Suzane não consegue convencer quando se coloca na posição de arrependida. Em determinado momento, ao comentar que tem vontade de ser mãe, foi surpreendida por uma pergunta muito inteligente do apresentador, sobre como ela explicará a morte de seus pais, quando, fatalmente, for questionada pelo filho que, eventualmente, terá. Como foi pega de surpresa, a condenada titubeou, pensou muito para falar e respondeu em círculos. Gugu foi feliz, também, quando a inquiriu quanto ao que sentia após tantos anos de prisão. Em nenhum momento ela falou sobre sentimentos em relação ao pai. Disse que sentia falta da mãe e do irmão. Do genitor, ela silenciou. Talvez essa seja a mola propulsora desse crime obscuro.

Na sua visão de especialista em segurança, faltaram ser feitas quais perguntas relacionadas ao crime?

O antigo jargão popular “mentira tem perna curta” bem cabe a este caso. O mentiroso contumaz, de tanto repetir certas mentiras, faz delas suas ‘verdades’; até ele acaba acreditando. Imagine uma bola de neve, quanto mais rola maior fica seu tamanho. Outro fato curioso é que para contar uma mentira grande, é preciso criar dezenas de pequenas inverdades. Suzane criou uma versão para o crime que planejou. Durante o processo ela negou, veementemente, ser mandante; colocou toda a culpa nos irmãos Cravinhos. Depois de condenada, percebendo que teria de cumprir a pena, resolveu admitir uma pequena parcela de culpa na entrevista ao Gugu. Na verdade, ela tentou vestir a carapuça de ‘vítima’, quando alegou ter sido influenciada, perversamente, pelo namorado, Daniel Cravinhos. Suzane mentiu descaradamente durante a fase policial, processual e no tribunal do júri. Lamentavelmente continua dissimulando no período que cumpre pena. Eu teria dezenas de perguntas a fazer à mulher mais odiada do Brasil. Ela diz, por exemplo, que renunciou à herança em favor do irmão, mas não é isso que fala o promotor de justiça do caso. Outro ponto que poderia ter sido explorado na entrevista é a suposta conta milionária que Suzane teria em seu nome na Suíça.

Além de Suzane e Sandra Gomes, o Sandrão, Gugu também gravou com o ex-goleiro Bruno. Essa celebrização na TV de condenados por crimes hediondos não é um equívoco?

Entrevistas e matérias investigativas feitas pela mídia com suspeitos, averiguados e réus, antes da sentença judicial, são extremamente importantes, pois, em diversas oportunidades, serviram de prova acusatória em julgamentos. Entendo que depois da sentença condenatória transitar em julgado, ou seja, sem a possibilidade de recurso, cabe ao criminoso cumprir a pena. Não vejo razões de cunho jornalístico para se entrevistar pessoas em cárcere.

O cineasta Fernando Grostein, irmão de Luciano Huck, comprou os direitos do livro ‘Richthofen – O Assassinato dos Pais de Suzane’, do escritor Roger Franchini, e pretende filmar a história em breve. Na sua opinião, Suzane teria o direito de impedir a realização de filmes e livros sobre o caso?

Não vejo a possibilidade de ela interferir na produção do filme, pois o roteiro deverá ser baseado nos fatos colhidos durante a investigação policial e o julgamento pelo tribunal do júri. O processo criminal não correu em segredo de justiça; os fatos são públicos. Suzane não é dona da história da morte de seus pais. Mesmo com olhar aparentemente doce e rosto angelical, foi capaz de engendrar e organizar a execução dos genitores, e com isso abalou a família brasileira. Se dependesse exclusivamente dela, estaria agora usufruindo a fortuna dos pais e se colocando na posição de vítima da violência urbana.

Após essa superexposição no programa do Gugu, Suzane Von Richthofen ainda continuará a despertar tanto interesse?

Suzane sempre despertará intenso interesse da população, pois ela representa o que existe de mais reprovável na sociedade moderna; é o exemplo negativo, o abominável. O homicídio já é uma atitude sombria e reprovável ao extremo. Mas assassinar seus pais, aqueles que te geraram e deram todo carinho do mundo, provoca carga de raiva e ódio inimagináveis. Historicamente, o primeiro relato midiático de parricídio (filhos que matam pais), se deu na tragédia grega ‘Édipo Rei’, de Sófocles. O personagem Laio, que teve um filho de nome Édipo, ao consultar o Oráculo, recebe a notícia de que ele seria seu parricida. Ao saber disso, pede a um de seus servos que leve a criança para longe dali e a mate. Contudo, o servo poupa a criança; a deixa distante do reino, convicto de que jamais voltaria. Acolhido por uma família, Édipo cresce, e na fase adulta volta ao reino e mata seu verdadeiro pai, mesmo sem ter a ciência do parentesco.

Os policiais responsáveis pela elucidação de crimes famosos merecem ter mais destaque na mídia, assim como acontece com quem comete os delitos?

Policiais à frente de casos de grande repercussão, quando trabalham de forma correta, ágil e contundente, ganham notoriedade e respeito da sociedade. É a velha historia do bandido versus mocinho. O telespectador sempre torce e vibra pela vitória do ‘homem da lei’, que é o delegado de polícia. Posso citar exemplos recentes, e de grande repercussão, como o do delegado Edson Moreira, de Minas Gerais, que elucidou a morte de Eliza Samúdio; além do delegado Antonio de Olim, de São Paulo, que esclareceu o assassinato de Mércia Nakashima. Ambos concorreram a cargos eletivos nas últimas eleições e tiveram votações expressivas. Portanto, restou claro o reconhecimento da população pelo trabalho que esses profissionais de polícia realizaram.



Nesta segunda (02), o Blog do Kelves está sorteando 2 ingressos da Pegada Fest,  

Para  participar basta apenas deixar seu comentário na pergunta:

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Não perca essa chance você pode ser o ganhador, o sorteio acontece dia 13 de Março  às 16 horas.

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POR KELVES AZEVEDO



Considerado um dos maiores nomes da música brasileira nos anos 90, o grupo Mamonas Assassinas completa 19 anos de morte. Com músicas como ‘Pelados em Santos’, ‘Vira-Vira’ e ‘Robocop Gay’, a banda composta por Dinho, Bento, Júlio, Sérgio e Samuel alcançou rapidamente o sucesso com suas músicas escrachadas e cômicas.

Formado em 1989, com o nome de Utopia e ainda sem o vocalista Dinho. Porém, em 1990, durante um show, eles tiveram que cantar uma música do Guns N’ Roses, mas não sabiam a letra, então, um espectador conhecido como Alecsander Alves, vulgo Dinho, se propôs a ajudar os músicos.

A banda chegou ao trágico fim no dia 2 de março de 1996, um acidente aéreo tirou a vida de todos os que estavam na aeronave que se chocou contra a Serra da Mantiqueira, uma cadeia montanhosa que se estende por três estados do Brasil: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Mesmo após tanto tempo, o grupo ainda é lembrado pela suas performances engraçadas e diferentes, confira 10 apresentações da banda que conquistou o Brasil há 19 anos atrás.

 Pelados em Santos



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Morreu na noite de sexta-feira (27) o menino Arthur Ledo Rocha Brandão, de 5 anos, que passou por uma cirurgia de separação do irmão gêmeo, Heitor, no Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia. A informação foi confirmada aoG1 pela família dos siameses. A unidade de saúde não esclareceu a causa da morte até a publicação desta reportagem.

Ainda não há informações sobre o estado de saúde de Heitor na manhã deste sábado (28). No entanto, até a noite de sexta-feira ele permanecia internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com febre e respirando com a ajuda de aparelhos.

Os gêmeos eram unidos pelo tórax, abdômen e bacia, compartilhando o fígado e genitália. Os irmãos foram separados em uma cirurgia que começou às 10h30 de terça-feira (24) e terminou cerca de 15 horas depois, às 1h50 do dia seguinte. Desde então, eles seguiam internados na UTI do hospital

De acordo com a amiga da família Marla Rodrigues, todos estão abalados e tentando ser fortes para dar apoio a Heitor. “A família está tendo que ser forte porque o Heitor ainda precisa de oração, de força”, disse Marla.



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O padre Durvalino Rodrigues foi condenado a 16 anos de prisão por estupro de vulnerável. O religioso está preso desde o dia 25 de maio do ano passado na cadeia pública de Goioerê (PR), quando veio à tona a denúncia de abuso sexual tendo uma menina de dez anos como vítima.

O caso começou a ser investigado em fevereiro do ano passado. As informações, que levaram a investigação, foram repassadas pelo Disque 100. Na sequência, a garota que seria a vítima foi ouvida e teria confirmado o abuso, levando a decretação da prisão do padre.

Não há muitas informações sobre o caso, uma vez que o processo correu em sigilo de justiça para preservar a vítima. O advogado do Padre Durvalino anunciou que irá recorrer da sentença junto ao Tribunal de Justiça.

Segundo a Diocese de Campo Mourão, quando foi preso o Padre Durvalino já estava afastado de suas funções eclesiásticas.